Maputo, 11 Fev (AIM) – O Governo moçambicano garantiu que os restos mortais da jovem Helda Muianga, que perdeu a vida recentemente em Portugal, serão brevemente transladados para Moçambique, após a conclusão das formalidades legais em curso.
Helda Muianga faleceu a 27 de Janeiro último, em Portugal, vítima da depressão “Kristin”. Os seus restos mortais aguardam pela transladação, sendo que a família não dispunha de meios financeiros para custear o processo.
A garantia foi dada hoje, em Maputo, pelo director-geral do Instituto Nacional para as Comunidades Moçambicanas no Exterior (INACE), Armando Chissaque, em conferência de imprensa, durante a qual explicou que decorrem os procedimentos formais necessários, incluindo a identificação do corpo e a emissão da certidão de óbito.
“Goraríamos de anunciar que, a transladação do corpo da malograda cidadã moçambicana ocorrerá brevemente, após o cumprimento das formalidades relacionadas com a devida identificação do cadáver pela Embaixada da República Portuguesa e a emissão da respectiva certidão de óbito e do procedimento da autópsia pelo Instituto de Medicina Legal de Coimbra”, esclareceu.
Acrescentou que “caucionado o seguro que garante a transladação do corpo decorre presentemente uma intensa actividade coordenada para esse propósito”.
Chissaque aproveitou a ocasião para apelar aos cidadãos moçambicanos que se encontram no estrangeiro a manterem contacto regular com as missões diplomáticas nacionais.
“Nós pedimos aos nossos concidadãos que, sempre que estiverem no estrangeiro, contactem as nossas missões diplomáticas”, invocou.
Helda Muianga morreu em consequência do desabamento da residência onde se encontrava, 14 dias após a sua chegada a Portugal.
Entretanto, a Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, endereçou, uma mensagem de condolências à família enlutada e anunciou um apoio financeiro no valor de 340 mil meticais (5.325 dólares) para custear a transladação do corpo e as despesas fúnebres.
(AIM)
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