Primeira-ministra Benvinda Levi
Maputo, 2 Jun (AIM) – O governo moçambicano anunciou hoje (2) em Maputo, que o recenseamento geral da população e habitação (Censo 2027) está calculado em 110,1 milhões de dólares e, pela primeira vez será conduzido com tecnologia digital.
As projecções do governo indicam para a existência de cerca de 36 milhões de habitantes.
Segundo a Primeira-ministra, Benvinda Levi, a inovação que se pretende introduzir, não representa apenas um avanço tecnológico, mas também, um compromisso firme no sentido de modernização do Estado, a intenção da juventude e o reforço das capacidades institucionais do país.
A realização desta operação iniciará com actualização geográfica das áreas de enumeração em todo território nacional.
“É um passo fundamental que permite mapear com exactidão as unidades habitacionais, as infra-estruturas sociais e a localização dos pontos habitados, a partir dai estimar com rigor, o volume de trabalho necessário em cada local, distrito e província “, disse Levi, durante o lançamento do V Censo 2027.
A Presidente do Instituto Nacional de Estatística, Elisa Mónica Magaua, ressalvou que consta dos desafios para fazer face ao recenseamento em alusão, escassez de recursos humanos, cobertura da rede eléctrica, infra-estruturas, estágio precário das vias acesso entre outros.
“O Censo 2027 terá três fases, a primeira e a preparação, troca de experiências, consultoria, selecção de metodologias, desenho do projecto do Censo, ensaio metodológico, aquisição de material de mobilização social, quantificação de material de registo, recursos humanos, treinamento mais justo, equilíbrio e sustentável.
Sublinhou que a fase II, portanto, de recolha de dados conta com a mobilização social.
A fase III, pós-recolha conta com inquérito de cobertura, análise de cobertura para validar os resultados e análise de dados colectados , difusão entre outros.
(AIM)
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