Maputo, 13 Mai (AIM) – A Cervejas de Moçambique (CDM) lançou esta quarta-feira (13), em Maputo, a 7ª edição do Prémio Jornalístico “CDM Ambiente”, iniciativa que visa incentivar a produção de conteúdos sobre preservação ambiental, sustentabilidade e desenvolvimento sustentável no país.
A principal novidade da presente edição é introduzir a categoria de Trabalhos Académicos, destinada a estudantes universitários que desenvolvam pesquisas científicas e soluções inovadoras ligadas ao meio ambiente, economia circular e gestão sustentável de recursos naturais.
O concurso contempla as categorias de Televisão, Rádio, Imprensa Escrita, Fotografia e Trabalhos Académicos, com prémios monetários que ultrapassam um milhão de meticais no total (o dólar norte-americano equivale a cerca de 64 meticais).
Cada vencedor de categoria receberá 120 mil meticais, enquanto os segundos classificados serão premiados com 60 mil meticais. O concurso inclui ainda a distinção de Grande Vencedor, que receberá um prémio adicional de 150 mil meticais.
Na conferência de imprensa de lançamento, Bruno Tembe, ligado à organização, afirmou que o prémio representa o compromisso contínuo da CDM com a promoção da consciência ambiental e do desenvolvimento sustentável no país.
Segundo a fonte, a introdução da categoria de Trabalhos Académicos surge da necessidade de envolver mais a juventude universitária na procura de soluções inovadoras para os desafios ambientais enfrentados por Moçambique.
“Queremos incentivar os jovens a contribuírem activamente com ideias, pesquisas e soluções sustentáveis que possam gerar impacto positivo nas comunidades”, afirmou.
Por sua vez, Carlos Serra, membro do júri do concurso, destacou a qualidade e credibilidade do painel de avaliação desta edição, considerando que o prémio tem vindo a afirmar-se como uma importante plataforma de valorização do jornalismo ambiental em Moçambique.
Carlos Serra encorajou jornalistas e estudantes universitários a participarem activamente no concurso e apelou aos candidatos para consultarem cuidadosamente o regulamento da iniciativa, de modo a garantir que os trabalhos submetidos respondam plenamente aos critérios estabelecidos pela organização.
Na ocasião, Dércio Viola, coordenador-geral da Associação dos Estudantes Finalistas Universitários de Moçambique (AEFUM), afirmou que a parceria entre a associação e a CDM irá incentivar cada vez mais os estudantes universitários a envolverem-se em iniciativas ligadas à sustentabilidade e ao desenvolvimento do país.
Segundo Viola, Moçambique enfrenta constantes desafios relacionados com as mudanças climáticas, pelo que a aproximação entre a academia e o sector privado poderá contribuir significativamente para o surgimento de soluções inovadoras e sustentáveis.
“Acreditamos que esta iniciativa vai estimular os estudantes a desenvolverem pesquisas aplicadas e soluções concretas para os problemas ambientais que o país enfrenta”, referiu.
As candidaturas decorrem de 13 de Maio a 05 de Junho de 2026, período durante o qual jornalistas profissionais, estudantes universitários e criadores de conteúdos poderão submeter trabalhos relacionados com questões ambientais e sustentabilidade.
Com a iniciativa, a CDM reforça, segundo um comunicado de imprensa da empresa, o seu compromisso com a promoção da responsabilidade ambiental, educação e participação activa da sociedade na construção de um futuro mais sustentável para Moçambique.
(AIM)
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