Maputo, 09 de Julho (AIM) –
O empresário moçambicano Salimo Abdula volta a assumir a liderança da Vodacom Moçambique, como Presidente do Conselho de Administração (PCA) da operadora para um mandato de três anos.
Eleito por consenso dos accionistas, Abdula sucede a Lucas Chachine, cujo mandato chegou ao fim, marcando o regresso de uma das figuras mais ligadas à história da empresa.
Accionista histórico da Vodacom Moçambique através da Intelec Holdings, grupo que integra a estrutura accionista da operadora desde 2007, Salimo Abdula regressa à presidência do Conselho de Administração depois de já ter desempenhado anteriormente as mesmas funções.
Nos últimos três anos, liderou igualmente o Conselho de Administração da Vodafone M-Pesa, acumulando uma vasta experiência no sector das telecomunicações e dos serviços financeiros digitais.
Fundador e Presidente do Conselho de Administração da Intelec Holdings, Abdula é considerado uma das personalidades mais influentes do sector empresarial moçambicano.
O grupo actua em áreas estratégicas como energia, telecomunicações, finanças, recursos minerais e turismo. Ao longo da sua carreira, presidiu também à Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) e à Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP), destacando-se pelo trabalho desenvolvido na promoção do investimento privado e do empreendedorismo.
“É com enorme sentido de responsabilidade que regresso à presidência do Conselho de Administração da Vodacom Moçambique, uma empresa que conheço bem e na qual acredito profundamente. Herdo um legado sólido e comprometo-me a dar continuidade a uma estratégia centrada nas pessoas, em ligar cada moçambicano, aproximar serviços e capacidades, e contribuir para um país mais próximo, coeso, inclusivo e competitivo, tendo as telecomunicações como base”, afirmou Salimo Abdula, citado na nota da empresa.
Na mesma ocasião, a Vodacom Moçambique reconheceu o contributo de Lucas Chachine durante o período em que liderou o Conselho de Administração, destacando o fortalecimento da posição da empresa no mercado e o reforço do seu impacto no desenvolvimento da sociedade moçambicana.
(AIM)
Paulino Checo/
