Maputo, 04 de Set (AIM) – O Governo quer ver resultados concretos na produtividade e na redução dos tempos de operação no Porto de Maputo, após a entrada em funcionamento de dois novos guindastes móveis, adquiridos pela Maputo Port Development Company (MPDC) por cerca de 13,2 milhões de dólares.
Os equipamentos foram inaugurados esta quinta-feira, 3 de Setembro, pelo Ministro dos Transportes e Logística, João Jorge Matlombe, numa cerimónia que marcou mais um passo no processo de modernização e reforço da capacidade operacional do principal corredor portuário do país.
Com a entrada em operação dos dois novos guindastes, o Porto de Maputo passa a dispor de oito equipamentos móveis, aumentando a sua capacidade de resposta às crescentes exigências do comércio e da logística nacional e regional.
Para o Governo, o investimento deverá traduzir-se não apenas em maior capacidade instalada, mas sobretudo em operações mais céleres, serviços mais fiáveis e maior competitividade do Porto de Maputo na disputa pela carga disponível na região.
Ao intervir na cerimónia de inauguração, João Jorge Matlombe considerou a aquisição dos equipamentos um passo importante na renovação da capacidade operacional do Porto, destacando o seu potencial para melhorar o atendimento aos navios e elevar a qualidade dos serviços prestados aos clientes.
O governante sublinhou, entretanto, que o reforço da capacidade deve ser acompanhado por ganhos efectivos de produtividade.
“Temos agora melhores condições para elevar a produtividade, reduzir os tempos de operação e servir melhor os clientes do Porto. Estas condições devem traduzir-se em resultados concretos, mensuráveis e sustentáveis”, instou o Ministro dos Transportes e Logística.
A expectativa do Executivo é que os novos equipamentos contribuam para acelerar a movimentação de carga, reduzir os tempos de permanência dos navios e tornar o Porto de Maputo mais eficiente e atractivo para os operadores que procuram alternativas logísticas competitivas na região.
O investimento surge, assim, num contexto em que a eficiência operacional dos portos assume importância estratégica para a economia, sobretudo na capacidade de Moçambique de captar e movimentar cargas destinadas aos mercados nacional e regional.
Com oito guindastes móveis, o Porto de Maputo dispõe agora de uma estrutura operacional reforçada. O desafio colocado pelo Governo é transformar esse investimento em mais produtividade, menor tempo de operação e melhores resultados para os clientes e para a economia nacional.
(AIM)
