Presidente da República, Daniel Chapo, Foto arquivo.
Maputo, 26 Maio (AIM)- O Presidente da República, Daniel Chapo, dirigiu hoje (26) em Maputo, a abertura do III Seminário Nacional do protocolo de Estado, envolvendo mais de 200 oficiais de protocolo (funcionários e agentes do Estado) a nível das diversas instituições.
O seminário visa, entre vários objectivos, padronizar os procedimentos de actuação dos oficiais de protocolo no sentido de consolidar a unicidade do Estado moçambicano, boa imagem a nível interno e externo, assim como tratamento condigno dos parceiros de cooperação.
“O vosso papel é muitas vezes discreto, mas sempre fundamental, pois a precisão nas normas é a base sobre a qual construímos a credibilidade e eficiência a nossa diplomacia e da nossa governação, sobretudo, a imagem do Estado moçambicano “, referiu o PR.
O evento visa igualmente a massificação e o domínio das regras protocolares pelos funcionários e padronização dos procedimentos de actuação, consolidação da solenidade dos actos do Estado.
“Promover a boa imagem do Estado moçambicano, tratamento condigno dos parceiros de cooperação, nas cerimónias realizadas na nossa pátria amada, como a cerimónia que vem dos 50 anos da nossa independência “, disse.
Chapo informou aos alunos que o país irá receber vários convidados, incluindo dos países da Comunidade da África Austral (SADC), continente Africano e do Mundo.
O evento que arrancou hoje (26) em Maputo, decorre sob lema, “Por um protocolo de Estado padronizado e Dinâmico”.
“Uma falha no protocolo do Estado pode por vezes gerar ruído e constrangimentos do que uma falha na própria política”, advertiu.
“Quando falamos de padronização, estamos a falar de um compromisso inabalável por excelência, que significa independentemente do sector ou instituição onde actuam seja na Presidência da República, no governo, nos tribunais, nas Procuradorias, nas províncias ou nos distritos as acções de protocolo devem seguir uma linha mestra comum, clara e inequívoca “, disse.
Acrescentou que a padronização rigorosa das normas em alusão combatem os equívocos e embaraços nas cerimónias.
(AIM)
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