Maputo, 30 Nov( AIM)- Volvidos 18 anos após a sua reversão para Moçambique a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) contribuiu, desde 2007 até 2025 com dois mil milhões de dólares para os cofres do Estado moçambicano.
O Presidente da Republica, Daniel Chapo, anunciou o facto hoje (30) no na província de Tete, no quadro das celebrações do 18º aniversário da sua reversão para Moçambique.
Segundo Chapo, o país celebra hoje (30) uma das mais importante vitória da sua história ao assinalar o seu regresso pleno e soberano às mãos dos moçambicanos.
Referiu que HCB não voltou apenas como uma Infra-estrutura, mas como um símbolo de soberania, determinação, um símbolo de que Moçambique decide conquista.
“Não há independência completa sem controlo dos recursos estratégicos. A reversão de Cahora Bassa é parte viva da nossa soberania e continua ser nossa bússola, da caminhada para independência económica e é simples sem energia não há desenvolvimento”, disse.
“Cahora Bassa, não é apenas uma barragem, é uma promessa feita ao povo, uma promessa feita ao futuro e a nossa pátria amada Moçambique , disse.
As celebrações da reversão foram marcadas pela assinatura de um memorando entre a Fundação Lurdes Mutola, liderada pela campeã olímpica, a menina de ouro Maria de Lurdes Mutola, maior atleta dos últimos 50 anos e HCB.
O Chefe do Estado, descreve a atleta como um símbolo de disciplina, talento, responsabilidade e perseverança.
“É mais uma prova de que a energia de Cahora Bassa não se limita a mover turbina, ela move vidas, a energia que geramos aqui também deve iluminar talentos neste nosso vasto Moçambique, sonhos e oportunidades para juventude”, disse.
Felicitou a União Desportiva de Songo (UDS) pela conquista do Campeonato Nacional de Futebol (Moçambola 2025), quando ainda faltam cinco jornadas do fim.
“Este é de facto uma obra que só grandes talentos podem alcançar, por isso, parabéns hidroeléctricos, os nossos rapazes da União Desportiva de Songo”, disse.
Sublinhou que a reversão da HCB, representa a vitória, persistência, inteligência, da negociação paciente e da defesa intransigente do interesse nacional, um futuro que ecoam as palavras do antigo Presidente, Armando Guebuza, ” Cahora Bassa é nossa”.
Anotou que ao celebrar o aniversário, celebra-se também a história, coragem de um povo que sabe reclamar o que é seu.
(AIM)
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