Secretário de Estado na província de Manica, Lourenço Lindonde, nas celebrações dia 3 de Fevereiro, Dia dos Heróis Moçambicanos
Chimoio (Moçambique), 03 Fev (AIM) – O secretário de Estado na província de Manica, Lourenço Lindonde, entende que preservar a paz e a unidade nacional é a melhor forma valorizar os ideais dos heróis de libertação de Moçambique contra a dominação colonial portuguesa.
É imortalizar os feitos daqueles que, ainda jovens, empunhando armas lutaram para a independência de Moçambique.
Segundo, Lourenço Lindonde, o trabalho, a vigilância e a preservação da paz são condições indispensáveis para a construção de uma nação próspera.
O governante fez este pronunciamentos esta terça-feira, em Chimoio, na esteira das celebrações dia 3 de Fevereiro, data em que é comemorado o dia dos heróis moçambicanos.
O dia 3 de Fevereiro de 2026 também marca a passagem dos 57 anos da morte do primeiro presidente da Frelimo, Eduardo Mondlane.
“A Unidade Nacional, vigilância, diálogo e a preservação da paz são as melhores formas para construirmos um país próspero. Uma nação equilibrada, onde cada moçambicano terá o direito de usufruir dos seus direitos num ambiente de paz. Está e a única forma de valorizarmos o legado dos nossos heróis” sublinhou Lourenço Lindonde.
“Os heróis aos quais celebramos hoje, são homens e mulheres, que mesmo diante das adversidades inimagináveis, com coragem e sacrifício, enfrentaram o inimigo em várias frentes, deram as suas vidas pela independência, pela liberdade, pela dignidade e pela soberania dos moçambicanos”.
Estes heróis, tal como referiu Lourenço Lindonde, abriram caminhos para que “a nossa geração e as futuras gerações pudessem viver num país soberano e livre”.
Já a governadora da província de Manica, Francisca Tomás, lembrou que “hoje, ao assinalarmos esta data, queremos recordar a cada cidadão desta nossa província que o termo herói personifica-se igualmente, na farda de cada homem e mulher das nossas Forças de Defesa e Segurança, que dia e noite lutam contra os grupos terroristas na província de Cabo Delgado, bem como os que garantem a manutenção da ordem, segurança e tranquilidade pública em todo o país”.
“A estes, endereçamos a nossa saudação e singela homenagem pela bravura, tenacidade e vigor que têm demonstrado no dia-a-dia, prova inequívoca de que o espírito de Eduardo Mondlane, Samora Machel e de tantos outros heróis que lutaram por este país, vive em cada um deles”.
Francisca Tomás sublinhou que a melhor forma de preservar o legado dos nossos heróis é cada um contribuir com dedicação e honestidade, para o progresso e desenvolvimento desta nação, preservando e fortalecendo a unidade nacional, a paz e a justiça social.
“Ser herói na era actual, não exige apenas que empunhemos armas, mas sim, que estejamos unidos diante das adversidades, que trabalhemos afincadamente para assegurarmos o crescimento e o alcance da nossa independência económica e, mais importante, que sejamos solidários permanentemente para com o nosso próximo”.
A comemoração do dia 3 de Fevereiro foi marcada por um desfile, cântico e danças, bem como a reposição de coração de flores na Praça dos heróis moçambicanos e declarações à imprensa.
(AIM)
Nestor Magado (NM) /sg
