Ministro da Saúde, Ussene Isse (direita), recebe donativo de medicamentos do Alto-comissário da Índia em Moçambique, Robert Shetkintong
Maputo, 20 de Set (AIM) – O Presidente da República, Daniel Chapo reitera o compromisso de acabar com a falta de medicamentos nos hospitais e anuncia o início da distribuição, em todo o país, do primeiro lote de fármacos e material médico-cirúrgico adquirido no âmbito de um investimento de cerca de 35 milhões de dólares, com apoio do Banco Mundial.
O Presidente da República afirmou que a medida representa o início do cumprimento do compromisso de reforçar o abastecimento das unidades sanitárias e garantir que nenhum moçambicano fique sem tratamento por falta de medicamentos.
Segundo Chapo, a decisão responde à realidade de milhares de famílias que dependem do Serviço Nacional de Saúde, incluindo mães que procuram medicamentos para os filhos e idosos que precisam de manter os seus tratamentos.
“Prometemos trabalhar para devolver medicamentos às nossas unidades sanitárias, e estamos a cumprir”, afirmou o Chefe do Estado.
O primeiro lote de medicamentos e material médico-cirúrgico já foi recebido pelo Serviço Nacional de Saúde e começa agora a ser distribuído pelas unidades sanitárias de todo o país.
Chapo exigiu, entretanto, máxima vigilância no processo de distribuição, alertando para a necessidade de impedir desvios, roubos e venda ilegal dos produtos adquiridos para responder às necessidades da população.
“Aos gestores, profissionais de saúde, autoridades e a todos os cidadãos, apelamos à máxima vigilância”, declarou.
O Presidente sublinhou que os medicamentos pertencem ao povo e devem chegar aos doentes que deles necessitam, responsabilizando gestores, profissionais de saúde, autoridades e cidadãos pela vigilância do processo.
O investimento, apoiado pelo Banco Mundial, surge como uma das medidas destinadas a reforçar a disponibilidade de medicamentos no sistema público de saúde e a reduzir as situações em que pacientes ficam sem tratamento devido à falta de fármacos.
Chapo reiterou que o Governo continuará a trabalhar para garantir o abastecimento das unidades sanitárias e impedir que a falta de medicamentos continue a privar os moçambicanos do acesso ao tratamento.
“Prometemos. Estamos a cumprir. E vamos continuar a trabalhar para que nenhum moçambicano fique sem tratamento por falta de medicamentos”, afirmou.
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