Maputo, 17 Mai (AIM) – Os fundadores da Polícia da República de Moçambique (PRM) são chamados para ajudar a resgatar os valores éticos, deontológicos e profissionais que nortearam a construção e consolidação da corporação.
O chamamento é do ministro moçambicano do Interior, Paulo Chachine, afirmando que os fundadores da PRM são as raízes que sustentam toda a corporação.
O titular da pasta de Interior falava hoje, em Maputo, durante a cerimónia central de demonstração de meios e Forças Policiais, alusiva aos 50 anos da PRM, que se comemora, sob o lema “PRM: 50 Anos Aprimorando Estratégias de Ligação Polícia-Comunidade face aos Desafios da Manutenção da Ordem, Segurança e Tranquilidade Públicas”.
“Se não for pedir demais gostaríamos de continuar a contar com os préstimos desta geração de fundadores da nossa polícia no processo de resgate de valores éticos, deontológicos e profissionais que nortearam a construção e a consolidação da corporação”, disse.
A PRM foi fundada, de acordo com o ministro, por homens e mulheres imbuídos do espírito de um Moçambique independente, que se empenharam em dar corpo a uma polícia genuinamente moçambicana.
“Essa geração fundadora e as gerações subsequentes merecem da nossa parte, hoje e sempre, um reconhecimento especial por terem lançado as bases para a construção da nossa Polícia que hoje temos, da qual nos obrigamos”, vincou.
Chachine exortou a todos os agentes da PRM que, incansavelmente, contribuem para a manutenção da ordem, segurança e tranquilidade públicas, apelando para que continuem com a sua abnegada entrega na luta contra a criminalidade.
Aos oficiais superiores da PRM, o governante manifestou a sua expectativa de que continuem a acarinhar a Polícia.
Pronunciando sobre o lema, o governante fez saber que do percurso dos 50 anos são várias as memórias que testemunham quão a corporação cresceu e se consolidou no seio dos moçambicanos, de onde saiu e se forjou.
A PRM, igualmente, fortaleceu boas relações de parceria com o povo moçambicano, a quem jurou servir com zelo e dedicação, o que tem permitido obter resultados satisfatórios na luta contra a criminalidade, incluindo a organizada.
“A nossa Polícia, nestes seus 50 anos de história heróica, tem contado com a colaboração de inestimável valor proveniente de organizações congénitas, algumas das quais aqui representadas, como testemunho da solidez dos laços de amizade, solidariedade e cooperação existentes, cujo contributo na prevenção e combate ao crime, em especial ao crime organizado e transnacional, é notório. Queremos, igualmente, saudar este facto”, avançou.
(AIM)
Fernanda da Gama (FG)/sg
