Presidente da República, Daniel Chapo, dirige encerramento do 13.º Curso de Instrução Básica de Prestadores no Serviço Cívico de Moçambique
Maputo, 29 Nov ( AIM) – Encerrou este sábado (29) o 13º curso básico do Serviço Cívico com o desafio de produzir o suficiente para suprir as necessidades básicas e segurança alimentar das Forças de Defesa e Segurança (FDS).
O evento foi dirigido pelo Chefe de Estado moçambicano e Comandante-Chefe as Forças de Defesa e Segurança, Daniel Chapo, no distrito de Montepuez, província de Cabo Delgado, envolvendo 662 novos prestadores de serviço cívico.
Frisou que o governo quer transformar o serviço cívico num sector que produza o suficiente para suprir as necessidades básicas e segurança alimentar das FDS.
Por outro lado, criar cadeias produtivas locais, redução da dependência financeira do Estado e apoiar projectos de desenvolvimento comunitário “, disse.
O governo espera dos prestadores de serviço cívico, determinação, patriotismo, elevando a capacidade de adaptação, sentido de disciplina e dedicação ao bem comum.
Ressalta que se não fosse a dedicação, bravura, tenacidade dos jovens que actualmente estão nas fileiras das Forças de Defesa e Segurança, o grupo de terroristas já teria se alastrados para outros pontos do país.
“Estes se dedicam em perseguição aos terroristas faça sol, faça chuva, faça frio ou faça vento, certamente que a província já estaria ocupada, a população escorraçada dos seus locais de nascença ou residência “, disse.
Segundo Chapo, volvidos 50 anos após a independência, o país renova a ideia central que alegrou os heróis de ontem com a independência total e completa de Moçambique, o que significa que queriam a independência política e económica.
“Estamos aqui a testemunhar mais um exemplo da continuação da luta da geração de 25 de Setembro de 1964, rumo a independência económica que está sendo levada a cabo por jovens moçambicanos, uma juventude consciente, disciplinada e comprometida com a nação”, disse.
Explicou que o serviço cívico do país não constitui apenas uma alternativa ao serviço militar, mas sim, uma escola de civismo, trabalho de valores patrióticos e de disciplina.
“Esta conquista é fruto da determinação, coragem, audácia dos jovens de ontem que hoje ostentam o prestigiante estatuto de veteranos de luta de libertação nacional “, disse.
O encerramento do curso básico de serviço cívico, testemunha mais um exemplo de continuação da luta da geração de 25 de Setembro de 1964, rumo à independência económica levada a cabo por jovens moçambicanos, uma juventude consciente, disciplinada e comprometida com o país.
“Desde a abertura deste centro de instrução, já saíram daqui várias gerações de moçambicanos que estão a dar seu contributo dos alicerces da nossa independência económica “, disse.
Fez saber que o serviço cívico não é apenas uma alternativa do serviço militar, é uma escola de civismo, trabalho, de valores patrióticos de disciplina.
“É uma instrução que prepara jovens para actuarem em três dimensões essenciais do nosso moderno, desenvolvimento económico local e nacional, prestação de serviços sociais básicos e reforço da coesão e da resiliência comunitária “, disse.
Os prestadores de serviço cívico também adquirem competências nas áreas de agricultura, pecuária e construção civil.
“Estas áreas são mais do que sectores económicos, são alicerces sobre os quais Moçambique está erguer a sua independência económica, uma das grandes prioridades do nosso governo, no quinquénio 2025-2029”, disse.
O executivo moçambicano trabalha para que o serviço cívico, produza, inove, sustente, contribua para economia nacional e bem-estar da população.
“Porém, é necessário acelerarem o passo, porque este não é o tempo de andar, é tempo de todos nós corrermos”, disse.
Elucidou que por conta do enorme trabalho que está sendo desenvolvido pela força local, Forças de Defesa e Segurança de Moçambique, Ruanda, Tanzânia e outros países, os terroristas não se alastraram por toda província de Cabo Delgado.
“Para esses jovens que estão nos quartéis, nas trincheiras, aqui em Cabo Delgado e nas matas a perseguirem os terroristas, dediquem, em pé uma forte salva de palmas”, disse.
( AIM)
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