Legenda: Vacinação contra a cólera. Imagem Onunews
Maputo, 15 Abr (AIM) – O sector de saúde na cidade de Maputo imunizou mais de 180 mil crianças durante a campanha de vacinação contra o sarampo e a rubéola, realizada na semana finda nos sete distritos municipais da capital moçambicana.
A cifra representa um cumprimento em 84 por cento da meta prevista, que era de vacinar mais de 218 mil crianças.
A informação foi avançada hoje, em Maputo, pela Vereadora de Saúde e Qualidade de Vida no Conselho Municipal de Maputo (CMM), Alice de Abreu, num breve contacto com a AIM.
Abreu explica que, para o alcance de maior número de crianças, o sector de saúde destacou brigadas móveis que trabalhavam em locais tidos como estratégicos para a vacinação.
“As nossas brigadas, que eram compostas por profissionais de saúde devidamente identificados, percorreram também as creches, os infantários, os orfanatos, visitamos unidades sanitárias onde tivessem crianças internadas elegíveis para a vacinação, os mercados, os centros comerciais, os parquinhos”, arrolou a vereadora.
Acrescentou que, “fizemos actividade a nível das comunidades, tivemos as nossas brigadas que tinham mobilizadores e estes mobilizadores o que faziam era andar nos bairros e chamar as mães para que as crianças pudessem ser vacinadas em locais de concentração”.
A fonte disse ainda que, desde Janeiro até então, a capital do país registou 500 casos suspeitos e um caso confirmado de sarampo.
A Vereadora do Pelouro de Saúde e Qualidade de Vida apelou aos pais que não vacinaram os filhos durante a campanha a procederem à vacinação nos postos de saúde.
“Porque é uma vacinação de reforço para aumentar aquilo que é a imunidade das nossas crianças, vamos continuar a fazer este trabalho de vacinação. Os pais podem levar estas crianças para a vacinação porque, por diversos motivos, podem não ter conseguido durante o período da campanha levar a criança para vacinar. Então, recomendamos que assim o façam”, reiterou.
A campanha de vacinação contra o sarampo e a rubéola decorreu de 08 a 13 de Abril corrente e tinha como alvo crianças dos 5 aos 59 meses de idade.
(AIM)
Fernanda da Gama (FG)/dt
