Porta-voz do Comando-geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Leonel Muchina, em conferência de imprensa. Foto de Carlos Júnior
Maputo, 6 Nov (AIM) – O chefe do Departamento de Relações Públicas, Comando Geral da Polícia da República de Moçambique(PRM), Leonel Muchina, anunciou esta sexta-feira (06) que já foram recolhidas pelo menos 160 armas de fogo no âmbito da “Operação Amnistia”.
“Durante o período de 01 de Setembro a 31 de Outubro de 2025, decorrente do Plano Operativo “Amnistia”, a Polícia da República de Moçambique (PRM), em estreita colaboração com as comunidades, em todo território nacional, recebeu 160 armas de fogo, incluindo de fabrico caseiro e à pressão de ar,” disse, Muchina.
Lançada a 01 de Setembro e término a 31 Outubro, a campanha tem como objectivo a recolha e regularização de armas de fogo ilegais ou em situação irregular. Entretanto, as autoridades decidiram estender a campanha até 15 de Dezembro próximo.
O Comando Geral da Polícia da PRM fez o balanço, hoje (6), do Plano Operativo designado “Amnistia”, que tem em vista, numa primeira fase, na recolha e regularização de Armas de Fogo em situação ilegal e irregular.
Segundo Muchina, a extensão do período para a recolha de armas “é fruto dos resultados encorajadores alcançados até ao momento, e da crescente colaboração da população em todo território nacional, o que demonstra um forte comprometimento dos cidadãos com a preservação da paz e segurança públicas.” .
“Salientar que, as entregas voluntárias ocorreram em todo território nacional, com maior enfoque para as províncias de Tete, Inhambane e Cidade de Maputo, com 33, 29 e 20 armas de fogo entregues, respectivamente”..
Concluindo a sua intervenção, Muchina deu a saber que, a entrega voluntária das armas de fogo dentro do prazo estabelecido, não implicará responsabilização criminal.
“O Comando Geral da PRM apela a todos os cidadãos que ainda possuem armas de fogo em situação ilegal ou irregular a entregá-las voluntariamente nas Unidades e Subunidades Policiais mais próximas. A participação de todos é fundamental para a manutenção da paz, segurança e estabilidade na República de Moçambique,” concluiu.
O Plano Operativo Amnistia, segundo o porta-voz, está dividido em fases. Sendo a primeira que está em curso, de entrega voluntária das armas de fogo, e a segunda de carácter coercivo.
(AIM)
