Embaixador da Turquia acreditado em Moçambique, Ferhat Alkan, planta mangais na Ka Tembe
Maputo, 01 de Ago (AIM) – A Karmol, uma empresa que actua no sector energético, está a levar a cabo uma campanha de plantio de cinco mil mangais, no distrito municipal da Katembe, cidade de Maputo, num simbolismo do compromisso da empresa com a sustentabilidade ambiental.
Os mangais, que estão a ser plantados num espaço de dois hectares, estão inseridos numa iniciativa que junta a Karmol e o município de Maputo, designada “Floresta Karmol & Município de Maputo” e que dedica atenções às causas ambientais e de valorização territorial.
“Estamos a reflorestar aproximadamente 2 hectares de terra com a plantação de 5.000 mudas de mangal, de três espécies ecologicamente importantes”, disse o director geral da Karmol Moçambique, Cumhur Aksoy.
Ceriops tagal, Bruguiera gymnorhiza e Rhizophora mucronata são as espécies de mangal que estão a ser plantadas.
O director geral da empresa explica que a iniciativa tem como objectivo recuperar o ambiente local, proteger a linha costeira, promover a biodiversidade e apoiar a sustentabilidade das comunidades envolvidas.
“É mais do que um gesto simbólico, é um verdadeiro compromisso com o futuro. Um compromisso da Karmol para com o ambiente, para com Moçambique e para com todos os que acreditam que o desenvolvimento sustentável se constrói através de acções significativas e tangíveis”, referiu.
Para o embaixador da Turquia acreditado em Moçambique, Ferhat Alkan, esta iniciativa de uma empresa com capitais turcos representa os valores da conservação e espírito de parceria que o seu país defende.
“A sua contribuição para o sector energético de Moçambique, e agora o seu envolvimento em esforços de conservação ambiental, reflecte o espírito de parceria responsável que a Turquia defende”, disse Alkan.
“Mostra que a energia limpa e a protecção ecológica podem – e devem – andar de mãos dadas”, acrescentou
O vereador de Planeamento Urbano Ambiente e Construção, Idálio Juvane, apelou às comunidades para a protecção do sistema do mangal, evitando o desmatamento para fim de uso como combustível lenhoso, uma prática que tem se tornado comum nas regiões costeiras.
(AIM)
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